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Os planos de saúde nunca mais serão os mesmos

Imagine um plano de saúde que cabe no seu bolso, não apenas do ponto de vista do custo, mas porque cuida de você diariamente por meio de aplicativos no celular, por exemplo. Que seja feito sob medida para suas necessidades de viver bem, saudável, distante de doenças e da forma que melhor lhe atenda. Que inclua serviços que hoje não são relacionados na oferta, mas que, efetivamente, trazem benefícios, como os oferecidos por academias de ginástica e de orientação e acompanhamento nutricional e psicológico. Para construir esse futuro cada vez mais possível e desejável e colocar fim ao insustentável modelo centrado na doença, a Unimed Juiz de Fora integra iniciativa pioneira que pode representar a maior quebra de paradigma e a verdadeira disrupção na forma como se concebe um plano de saúde atualmente.

Assim como Steve Jobs revolucionou o conceito de telefone celular com o iPhone, a cooperativa de Juiz de Fora avança, nos últimos anos, na direção da inovação, para despertar no mercado necessidades que vão muito além de suas expectativas. Ou melhor, que não são nem concebidas hoje pelos clientes. "Não estamos falando nem de medicina preventiva e nem de promoção da saúde, porque essas duas coisas isoladas, como tratadas hoje, passam mais como estratégia de marketing ou de redução de sinistralidade. Estamos falando é de cuidado de fato. É em como fazer para que o novo mindset das pessoas, ao contratarem um plano de saúde, seja o desejo de ter saúde, com um gerenciamento ativo, podendo usufruir de toda a rede necessária para o que chamamos de ecossistema do cuidado", explica o CEO da Fourge, empresa de consultoria contratada pela Unimed Juiz de Fora para este desafio, Luciano Luis Mantelli.

A constatação para a mudança está intimamente relacionada à necessidade de ressignificar o que é a oferta de um plano de saúde, diante de um comportamento diferente por parte dos consumidores. Cada vez é maior o número de pessoas que questionam a relevância do investimento, uma vez que só se lembram que possuem o benefício quando se aproxima a data de vencimento da fatura, quando o contratam ou ainda quando há recusa de algum procedimento por parte da operadora. "As pessoas não estão dando mais valor ou não entendem mais o valor em ter um plano de saúde. Ninguém mais, hoje em dia, acha que vale a pena pagar um preço alto por algo que não vê como grande benefício no seu dia a dia, exceto quando se está doente. Essa é uma crise de valor", afirma o CEO da Fourge.

Unimed Juiz de Fora apresenta modelo inovador em evento nacional

Para disseminar a importância de se criar futuros desejáveis, quando a realidade aponta para o agravamento do quadro atual em função dos custos crescentes e impagáveis no modelo centrado na doença, a Fourge montou um verdadeiro laboratório para a experimentação e a cocriação em torno das iniciativas disruptivas, incluindo a que está sendo capitaneada pela Unimed Juiz de Fora, em evento do Sistema Unimed realizado na última semana em Santa Catarina. A diretora de Provimento de Saúde, Nathércia Abrão, apresentou a transformação do modelo assistencial, construída nos últimos anos, da qual fazem parte o lançamento do Unimed Pleno, a nova forma de remunerar os médicos e a construção do hospital próprio.

Para essa transformação, explica a diretora, a cooperativa se vale da lógica que cerca as organizações exponenciais, capazes de criar impacto muito maior com suas iniciativas, quando comparadas a empresas de modelo tradicional. "Uma organização disruptiva tem capacidade de crescer mais rapidamente que suas concorrentes em função do uso da inovação a favor do negócio", observa Nathércia. Denominada Unimed Exponencial, a operadora em incubação na Unimed Juiz de Fora e em outras cooperativas do Sistema Unimed reinventa não apenas o significado (valor) do plano de saúde para o cliente, mas também para todos os demais agentes que formam o ecossistema do cuidado, como os médicos, por exemplo.

"Essa nova proposta de operadora precisa mais que nunca valorizar o trabalho de todos que fazem parte dela, porque esse é o atual modelo ganha-ganha e o que o mercado exige. Por isso, o médico cooperado precisa ser reconhecido pelo que ele escolheu ser: médico", enfatiza o CEO da Fourge, Luciano Luis Mantelli. "Este modelo também precisa ressignificar o papel e o propósito de cada um que atua nele, para gerar mais sentido para todos. Esse é o grande segredo de todo negócio exponencial: o propósito massivo transformador. É preciso ter um objetivo novo, real, social e viável. Quer mais claro que esse em que as pessoas vivam intensamente sua saúde no dia a dia?" - finaliza Mantelli.

 
 
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